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UNITA um partido corrupto ofereceu dólares a figuras proeminente em 1992

Quem trouxe a corrupção em Angola? Estamos lembrados em 1992, a vinda dos quadros e militantes da UNITA, a Luanda. Quem foi o primeiro a trazer dólares corrompendo tudo e todos na altura o dólar era proibido circular no mercado paralelo? A UNITA em 1992, demostrou a sua força que detinha no que a exploração de diamantes diz respeito.

O líder da UNITA em 1992, na sua chegada a Luanda, começou a corromper as figuras proeminentes na altura desde de jornalistas, políticos, religiosos, cantores, e as organizações de sociedade civil até as organizações internacionais com palavras de lhes oferecer boa vida. Durante a guerra, o MPLA (GOVERNO) não detinha o poder de exploração de diamante, só depois da guerra de 1992, o MPLA percebeu que estava a ser ultrapassado pela UNITA no que as explorações de riquezas dizem respeito. Aí começa a corrupção em Angola com a UNITA comandar todas as frentes.  

PERÍODO COLONIAL E O LONGO PERÍODO DE GUERRRA

Angola viveu um longo período de guerra que teve o seu culminar em 2002, com a assinatura do Memorando de Entendimento entre as partes em conflito. Para os milhares de angolanos que durante todos estes anos viveram este martírio, depois de 4 de Abril nada deveria ser como antes porque a Paz veio para ficar, uma responsabilidade para o MPLA (GOVERNO) apresentando-se para todos o grande desafio da reconstrução nacional, da caminhada para um exercício democrático mais inclusivo.

Angola esteve envolvida numa guerra de guerrilha anti-colonial contra Portugal durante 14 anos antes da sua independência política em 1975. Logo após a independência, os três movimentos de libertação envolvidos na luta pela independência lutaram entre si pelo controlo do país, dando início a uma guerra civil que durou até 2002.

Quando a independência foi declarada, 95 por cento da população portuguesa— aproximadamente 340,000 pessoas—abandonou o país, deixando para trás as suas casas, apartamentos e fazendas. A maioria destas propriedades abandonadas foi mais tarde ocupada por famílias angolanas. O número de casas abandonadas era particularmente elevado nos centros urbanos, onde vivia a maior parte dos europeus. Estes bens imobiliários foram “nacionalizados” ou “confiscados” pelo Governo após a independência. Contudo, os necessários procedimentos legais nem sempre foram concluídos e, até ao momento, não existe informação precisa quanto a que bens imobiliários foram definitivamente transferidos para o património do Estado. O processo governamental para a concessão de direitos reais às famílias que ocuparam propriedades abandonadas também não foi concluído e muitas pessoas em Angola, particularmente em Luanda, nunca receberam títulos formais para as casas por si ocupadas após a independência.

O enquadramento jurídico e institucional para os direitos fundiários e habitacionais após 1975 era incompleto e complexo. A primeira legislação específica sobre direitos fundiários adoptada após a independência, durante o breve período de paz em 1992, era essencialmente agrária. Até 2004, não foram aprovadas leis que regulassem especificamente a ocupação e o exercício de direitos reais em áreas urbanas.

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