Queremos ajudar o povo de Cuba e também ajudar as pessoas que foram forçadas a sair de Cuba — disse o presidente. Segundo ele, o objetivo dos Estados Unidos seria apoiar a população da ilha e também os cubanos que deixaram o país.
Rubio voltou a reforçar que as falas de Trump não são uma ameaça, mas que resultam em ações na prática. “As pessoas precisam entender que este não é um presidente que apenas fala e faz cartas e conferências de imprensa. Se ele (Trump) diz que está falando sério sobre algo, ele fala sério, e isso (Venezuela) foi uma ameaça direta ao interesse nacional dos Estados Unidos, e o Presidente abordou isso”, disse.
Ponderou, contudo, que Trump não sai “caçando brigas” e quer se “dar bem com todo mundo”. “(Trump) conversará e se encontrará com qualquer um, mas não brinque. Não brinque com este presidente no cargo, porque não vai acabar bem. Essa lição foi aprendida na noite passada, e esperamos que seja instrutiva daqui para frente”, concluiu.
O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva manifestou nos bastidores, preocupação com as ameaças do presidente Donald Trump à estabilidade na América Latina. Em pronunciamento sobre o ataque que realizou contra a Venezuela, o republicano mencionou e fez ameaças também contra Colômbia e Cuba.
Trump repetiu, por exemplo, que o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, deve ficar. Essas declarações foram vistas como risco à estabilidade regional.

