POLIMENTO POLÍTICO! JOSÉ BAPTISTA – JORNALISTA

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O polimento político é uma manobra usada por políticos para justificar um resultado mal conseguido estratégicamente. Esta manobra é posta em marcha depois de um balanço fracassado feito aos esforços empreendidos na luta contra o adversário.
O POLIMENTO POLÍTICO, surge para desviar as atenções da mídia em primeiro lugar e de aliados contra a narrativa de fracasso de estratégia política de um determinado protagonista político.

Na América, DONALD TRUMP, usa neste momento esta estratégia ( O POLIMENTO POLÍTICO), para evitar da mídia e de seus aliados a narrativa massiva da derrota na sua luta contra o IRÃO. TRUMP usa o polimento político, com discursos propagandistas de vitória no campo de batalha, quando no terreno, está encurralado. Fala de sucessos de acordos de paz que volta e meia, o IRÃO desmente e exige cada vez mais resolução de pontos que considera cruciais para sua estabilidade militar e política no mundo.
TRUMP usa a imprensa para escamotear o seu fracasso.

O ISRAEL, também usa o polimento político para desviar as atenções sobre a destruição de determinados redutos considerados cruciais e relevantes para o reconhecimento de baixas nesta guerra com Ezbola e o IRÃO.
ISRAEL é o que mais vantagens tira do polimento político, demonstrando através da mídia, a sua invencibilidade na região colocando-se como uma força demolidora. A verdade é que ISRAEL vê-se impotente para acabar ou extinguir o Ezbola. Apresenta-se como país não agressor, mas agredido por grupos extremistas. Com o polimento político, omite as suas baixas militares, fala de uma imprensa independente, mas impede a imprensa estrangeiras ter acesso as zonas de guerra cinzentas de Jerusalém que permitiria o mundo saber do cenário difícil de guerra que enfrenta.

Na UCRÂNIA, VALODMIR ZELENSKI, usa o polimento político para justificar a sua invencibilidade e o seu poderio militar contra a grande potência RÚSSA. ZELENSKI investe na imprensa, aposta na propaganda da vitória, mesmo com os frassos visíveis no terreno militar. Mas o polimento político tem este poder de demonstrar o contrário.

Com aproximação de eleições gerais em Angola em 2027, o Polimento Político é um recurso que está a ser usado com intensidade pela UNITA.

Com a eleição de ADALBERTO DA COSTA JÚNIOR (ACJ) para dirigir o Partido fundado por JONAS MALHEIRO SAVIMBI, a UNITA adotou nova filosofia para fazer frente ao seu maior e principal adversário, o MPLA. O método funciona, mas a filosofia aplicada, mata o sucesso. O polimento político quando mal aplicado choca com o exercício prático. O experimento que devia convencer quem apostou na estratégia por várias razões, pode perder o brilho:
1 – Exercer uma retórica capaz de convencer até o Diabo precisava- se na oposição para esmagar o MPLA em campanhas de massa com resultados retumbantes nas eleições gerais.

2- Uma nova narrativa e intensa sobre liberdade de opinião, liberdade de expressão e de imprensa, como palavras “Chave” precisava ser aplicada para rejuvenescer o novo léxico político e cativar apoiantes. Uma estratégia que não é nova, mas que soa a uma democracia livre, saudável e progressista. Aguça, a nova geração e derruba qualquer Poder distraído.

3- CASAMENTO COM ACTIVISTAS: num país de muitas queixas e reclamações (motor de motivação para juventude arremessar para baixo quem governa), fazer casamentos com activistas políticos funciona como chave de sucesso para o derrube do poder com promessas feitas e garantias dadas como acordo no pós mudança.

4- Aliança com políticos ou Projectos políticos com protagonismo no seio da população. A visão avassaladora de ACJ permitiu conjecturar uma plataforma política que permitiria derrubar o MPLA, como a FPU. Tudo calculado, tudo ensaiado no Xadrez das suas ambições com uma boa retórica a mistura. ACJ partiu para acordos com o conhecimento das potencialidades de Abel Chivukuvuku, na qualidade de um grande mobilizador político de massas e que já tinha uma base construída visivelmente demonstrada com a criação da coligação CASA-CE.

Chivukuvuku já levava consigo mesmo na condição de desalojado, deputados e muitos seguidores.
Mas para o ADALBERTO DA COSTA JÚNIOR, convencê-lo a aceitar à plataforma ” FPU “, precisava encontrá-lo fragilizado. Não moveu palha e nem fez advocacia política quando CHIVUKUVUKU, lutava em legalizar o seu Projecto PRA-JA SERVIR ANGOLA. CHIVUKUVUKU, e levou os chumbos possíveis do tribunal Constitucional e Supremo. ACJ fingiu não ver a travessia que CHIVUKUVUKU fazia pelo deserto. Não era o momento de mover o “Bispo” do seu Xadrez para condicionar o Xeque Mate à CHIVUKUVUKU.
ABEL CHIVUKUVUKU perdia forças como uma Giboia que lutou com uma presa e não conseguiu engolir.
ADALBERTO DA COSTA JÚNIOR, aparece no momento certo, estendendo a mão como irmão, que oferece uma suposta oportunidade para sua salvação. Condição: aliar-se à plataforma política “FPU” para derrubar o velho inimigo MPLA. ACJ esfrega as mãos de contente, movimenta as suas peças de Xadrez e faz contas com os deputados já garantidos de CHIVUKUVUKU e alguns que ganharia com o serviço e empenho dos jovens activistas.
Aproveita o momento e junta, o já Partido dos intelectuais da minoria mestiça e branca de Angola BLOCO DEMOCRÁTICO (sem xenofobia).
ACJ faz Alianças, oferece garantias e assume liderança partilhada de futuro. Saem os sorrisos e champanhe. Mas o que os outros politicos não sabiam, é que nos bastidores, a posição das peças do Xadrez seriam baralhadas novamente por ACJ.
Uma estratégia muito bem desenhada, mas com realidades diferentes.

uma caixa térmica com muito cumbú precisava ser fabricada e exposta em plena campanha eleitoral e amplamente divulgada com a teoria da conspiração do laboratório do MPLA-O SINSE para prejudicar o novo aliado da UNITA- o grandeABEL CHIVUKUVUKU. Era de uma estratégia fabricada no laboratório de ACJ. A autoria os factos, foram confirmado recentemente nas redes sociais pelo activista J.PRIVADO (em vídeos que circulam nas redes sociais) sobre o esquema montado.

Bem editado e com planos muito fechado, a mensagem do vídeo passa coma velocidade de uma flexa. O público jovem e demais acredita na manobra do MPLA em querer prejudicar a nova frente que vai derrubar o poder. A FPU.
CHIVUKUVUKU, acredita na mesma versão ou narrativa. Fica encurralado e permanece fragilizado nas hostes da UNITA.

Enquanto isso, ACJ e seus activistas fabricantes do famoso vídeo caixa TÉRMICA, comemoram o efeito estrondoso da sua eficácia para os resultados eleitorais. Convence os seus apostadores.

Mas como todo plano tem o seu lado perverso, a campanha de infiltração do SINSE para dividir a UNITA, trás um novo cenário na política angolana. A má execução da filosofia de ACJ, vai mostrar o contrário. O verniz do seu polimento político (discurso renovador e democrático), começa a perder o seu brilho.
a) A retórica de ACJ começou a perder qualidade quando o que devia ser só usada para enganar as massas (população), passou a ser usada de forma contrária para dentro do partido: o autoritarismo, a não aceitação à crítica às estratégias do ACJ. Nuvens negras começam a formar-se. A linguagem do líder muda. O discurso à traição aumenta de tom entre os maninhos e colaboradores. Nascem os primeiros adversários internos e uma fenda se abre.

b) A liberdade de opinião, liberdade de expressão e de imprensa, não são válidas no seio do Partido dirigido por ACJ que mostra-se alérgico a criticas e a reparos. Ataca tudo e todos que criticam a UNITA. A liberdade de opinião esfuma-se quando o assunto é critica interna.
A liberdade de expressão, morre com ataques à liberdade de opinião dos militantes, quadros e activistas. A liberdade de imprensa, desaparece quando ACJ monopoliza o microfone, transforma a entrevista em oportunidade para publicitar o seu plano de ataque contra o MPLA. Não dá espaço de manobra ao jornalista que o entrevista, para mais perguntas e fundamentalmente que belísque a UNITA. Interrompe incessantemente, quarta o raciocínio e o jornalista perde a liberdade de exercer o seu papel, a não ser, que coloque questões que comprometam e desvalorizam o Executivo angolano. A liberdade de imprensa perde expressão no momento.

c) No casamento com os activistas morre a democracia livre, saudável e progressista. Não há críticas contra a UNITA. Quem ousar, será acusado de estar vendido ao MPLA, por fome. No vocabulário e filosofia de ADALBERTO DA COSTA JÚNIOR, o activista tem o único objectivo: difundir a fome para atingir o MPLA/GOVERNO, não há espaço para criticas e reclamações na organização UNITA. Mas sim, difundir só queixas e reclamações da população angolana ao mundo, (combustível para motivação) do derrube do MPLA/ GOVERNO por meio de manifestações populares.
Ao activista ousado, liberdade de opinião e expressão não são chamadas para usar no casamento com a UNITA. Se insiste, terminam as promessas feitas e garantias dadas para o período “pós mudança” de regime. Democracia livre, saudável e progressista, só no sonho. Não há espaço, não há autorização.

Depois dos resultados eleitorais satisfatórios, embora não os desejáveis, começam as desilusões.
Os acordos da FPU, começam a falhar. Falta o cumprimento de promessas e evidencia-se o azedume!

ABEL CHIVUKUVUKU finalmente legaliza o seu PRA-JA SERVIR ANGOLA. E mais uma vez é confrontado com os ataques dos seus parceiros e amigos políticos da UNITA.
Volta a tona o episódio da famosa Caixa térmica para comprometer a sua carreira e credibilidade política.

Em França o deputado Adriano Sapiñala da UNITA afirmava que se Angola fosse um país sério seria o mano ABEL seria detido.
Mas o que parecia a confirmação de um crime cometido por ABEL CHIVUKUVUKU, o Activistas J. PRIVADO em conteúdo por ele mesmo publicado, vem a terreiro e confirmar que tinha sido uma ” Cabala” bem montada. Em palavras suas nos vídeos que circulam ele diz: ” Eu J. PRIVADO considerei CHIVUKUVUKU antes da FPU como bandido e gravei o vídeo no contexto da alternância. Não nego. Gravei mesmo. Porque nós estávamos a trabalhar na alternância na campanha eleitoral e fomos aconselhados a fazer quele vídeo. E não fui eu só que fiz!
J. PRIVADO confirma que ele foi um dos autores da fabricação do famoso vídeo CAIXA TÉRMICA. Diz ainda que naltura, ele e outros activistas foram orientados a montar a operação!
Numa outra ocasião, LADY LAURA confirma a recepção de dinheiro por ADRIANO SAPIÑALA, KAMALATA NUMA e ACJ para campanha contra MPLA(em vídeo a circular nas redes sociais).

Outros activistas tomam consciência, denunciam a deslealdade da UNITA na qualidade de Partido reformista e mudanças de vida futura. Denúnciam falta de ética política no exercício prático do principal discurso como: A liberdade de opinião, liberdade de expressão e de imprensa.
TANAICE NEUTRO, MOS KALIFA, WILSON PAPO RETO, MAY BRÓ, PUTO PRATA, GINGA SAVIMBI, ZÉ TÚBIBIA, ANA KARINA, ISIDRO FORTUNATO, O HUMORISTA GILMARIO VEMBA, MASTER NGOLA NVUNJI, GANGSTA 77, todos quantos ousaram criticar ADALBERTO DA COSTA JÚNIOR e sua UNITA, sentiram o preço da repressão violenta contra a crítica, o preço da intolerância política, a ausência da liberdade de opinião e de expressão. Até TCHIZE DOS SANTOS que publicamente confirmou ter ajudado ADALBERTO DA COSTA JÚNIOR, viveu duras ameaças como os demais. Sentiu a verdadeira intolerância política do seu amigo e do partido UNITA.

ADALBERTO DA COSTA JÚNIOR faz da intolerância política no seio do seu Partido, uma arma necessária para controlar o avassalamento que a sua suposta democracia enunciada publicamente, poderia ser alvo. Para inverter o quadro sombrio já bastante visível na sua relação com os activistas e outros actores políticos e escamotear o impacto da descredibilização, aposta fortemente no Polimento Político invertendo o seu discurso, como a vítima “de actos de intolerância política em várias regiões do país contra o seu Partido” , pelo seu grande rival o MPLA, condenando e defendendo o reforço da convivência democrática e do respeito pelas liberdades fundamentais”. Princípios que ACJ não permita que sejam exercidos na seio da UNITA.

Para amortecer ainda mais o impacto dos efeitos da ” intolerância” exercidos no seio do seu Partido, desviar as atenções da falta de convivência democrática e do respeito à chamada “liberdades fundamentais “, defendidas na praça pública, ACJ lança o ” PACTO DE ESTABILIDADE E RECONCILIAÇÃO NACIONAL “, um exército de polimento político que visa manipular a atenção dos críticos mais atentos, população em geral, sobre o espaço que UNITA perde no mercado político, com cada vez mais crescente, “as queixas de ataques, ameaças e assassinatos de carácter nas redes sociais”, aos que opinam ou criticam o Partido e o seu Presidente, sobre determinadas incongruências políticas.

CONSEQUÊNCIAS

Analisados todos estes elementos e se tivermos em conta tal como a UNITA, possui garantidamente votos residentes (constituído por fiéis e membros do seu Partido), o MPLA, FNLA, CASA-CE, BD, PHA, PRS também possuem votos residentes que devem ser considerados garantidamente. E é aqui onde entra a aritmética dos resultados eleitorais.

Se forem subtraídos da soma geral de votos eleitorais, os votos residentes da UNITA, e separarmos os votos residentes do MPLA, FNLA, CASA-CE, BD, PHA, PRS, veremos que a soma total destes partidos concorrentes, é superior à soma dos votos residentes da UNITA. Se somamos a esses votos, outros votos fixos de Partidos emergentes como PRA-JA SERVIR ANGOLA, PARTIDO LIBERAL, PARTIDO CIDADANIA, PARTIDO ESPERANÇA e demais, garantidamente por membros, apoiantes (parentes, amigos) e simpatizantes, o total geral de votos residentes vai ser superiormente aos votos residentes da UNITA.

Neste cálculo que não deve ser ignorado e entendendo que o votos é secreto, se subtrai-se também dos votos da UNITA, os votos de seus adversários internos, da deserção de quadros, da insatisfação e desistência de parceiros políticos tal como os activistas que já foram alvos de ameaças e ataques resultante das críticas dirigidas ao ACJ e a UNITA entre os quais TANAICE NEUTRO, MOS KALIFA, WILSO PAPO RETO, MAY BRÓ, PUTO PRATA, GINGA SAVIMBI, ZÉ TÚBIBIA, ANA KARINA, ISIDRO FORTUNATO, O HUMORISTA GILMARIO VEMBA, NOVO LÍDER, MASTER NGOLA NVUNJI, GANGSTA, que publicamente manifestaram (nas redes sociais), os seus descontentamentos por falta de coerência no exercício prático da liberdade de opinião, liberdade de expressão e de imprensa, bandeira defendida por ADALBERTO DA COSTA JÚNIOR nas suas campanhas, o total de votos residentes da UNITA, diminui drasticamente.
Este cálculo aritmético, demonstra claramente a derrota da UNITA nas próximas eleições de 2027, mesmo contra todas os problemas internos que o MPLA enfrente e que também não ganhará com grandes margens de votos.

O Discurso da fraude e a proposta do PACTO DE ESTABILIDADE E RECONCILIAÇÃO NACIONAL, o chamado Pacto de Transição, que mais pareceu subtilmente PACTO DE RENDIÇÃO DO MPLA, vem apenas para polir a perda, o insucesso, os estragos que ADALBERTO DA COSTA JÚNIOR vem causando a UNITA, para evitar a sua crucificação pelos maus resultados eleitorais.
Abre-se aqui, uma ravina imaginária incontrolável, capaz de engolir a própria UNITA em 2027. Uma realidade nua e crua, numa altura em que multiplicam-se as desilusões, surgem e crescem novas forças políticas que caminham e ganham os seus espaços para retirarem votos aos dois principais protagonistas da política em Angola: MPLA E UNITA.

Uma verdade que irrita alguns analistas- comentadores e fiéis a UNITA que falam em vitória antecipada garantida pelo povo angolano.

Mas, de que povo se referem?
Como considerar a população fiel do MPLA, FNLA, CASA-CE, BD, PHA, PRS, PRA-JA SERVIR ANGOLA, PARTIDO LIBERAL, PARTIDO CIDADANIA, PARTIDO ESPERANÇA e outros? Não são povo ou votos do povo? Ou será que são outros povos sem direito às urnas? De que povo a UNITA conta como a maioria para dar vitória antecipada das eleições 2027?

Estar certo que os votos em branco, votos dos indecisos, votos residentes do MPLA, FNLA, CASA-CE, BD, PHA, PRS, PRA-JA SERVIR ANGOLA, PARTIDO LIBERAL, PARTIDO CIDADANIA, PARTIDO ESPERANÇA, não pesam na balança e nem danificam a UNITA, é no mínimo, a certeza de um mau jogador político!

As sondagens que que vemos publicados nos últimos tempos sobre vantagens de vitória eleitoral da UNIÃO NACIONAL PARA INDEPENDÊNCIA TOTAL DE ANGOLA ( UNITA) em 2027, não correspondem com a verdade se questionarmos as entidades que as fazem e os interesses em causa?! Quais são os verdadeiros critérios utilizados para a sondagem?
Quem entrevistam?
Que género de população?
Onde?
Quais são as perguntas chaves?
Qual é a estatística de fiéis de outros partidos?

Nesta fase crucial de pré campanha eleitoral, veremos várias sondagens publicadas para influenciar eleitorado.

Mas o que não se devia manipular, é a realidade dos factos: a intolerância política que aumenta, exercido pela UNITA, as cisões e a denúncia de corrupção no seio dos activistas pela UNITA, como o mais recente escândalo do activista FRANCISCO TEIXEIRA (que usando a retórica de grande de activista incorruptível, passou a ser conhecido nas redes sociais como activista manipulador e corrupto pelo MPLA com apartamentos e corrompido pela UNITA com viaturas).

Mais do que minimizar os estragos que poderão resultar nas proximas eleições, a aceitação da cruel realidade do descrédito da UNITA na praça eleitoral angolana manifestadas pelo activistas e povo em geral, os escândalos de corrupção para compra de votos com financiamento de fundos públicos adjudicados para orçamento geral da actividade partidária, deviam ajudar a despertar a profunda crise em que se encaminha a UNITA, ao invés de contribuir apenas para o seu polimento político.

Resumindo: por mais polimento que o ACJ use para confirmar uma falsa vitória da UNITA antecipada nas próximas eleições de 2027, as actuais evidência denunciam poucas probabilidades de vencer.

O risco de cair para a terceira força política da oposição aumenta.

Os votos residentes de partidos paralelos ou concorrentes, votos de indecisos (descontentes com actual governação e comportamento político da UNITA), são a base da prova inequívoca da pouca margem ou probabilidade da vitória de ACJ e UNITA em 2027.

jornalista JOSÉ BAPTISTA.

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