Os massacres de 27 de maio de 1977, que vitimou os reais filhos de Angola, como Nito Alves e tantos outros antigos guerrilheiros de liberdade do nosso país. O país continua a olhar isso deforma impávida, a morte de muitos dos seus melhores filhos que defendiam uma Angola diferente una indivisível.
O caso dos combatentes de liberdade é um processo a descobrir até as ultimas cinzas. As descobertas das valas é uma utopia sem qualquer credibilidade social, política, económica, cultural e etc., sem qualquer motivo para fazer acreditar a vida inteira.
A chacina de 27 de maio de 1977 refere-se a uma violenta purga política interna e massacres em Angola, após uma tentativa fracassada de golpe de Estado liderada por Nito Alves (então Ministro da Administração Interna) contra o Presidente Agostinho Neto. A repressão que se seguiu resultou na morte de dezenas de milhares de simpatizantes.
Os Acontecimentos
O Início: A 27 de maio de 1977, apoiantes de Nito Alves ocuparam a emissora nacional de rádio em Luanda e exigiram a demissão do governo de Agostinho Neto.
A Escalada:. Os nitistas raptaram e assassinaram figuras de topo do regime, o que espoletou uma reação violenta do aparelho do Estado.
A Repressão: Tropas leais a Agostinho Neto, com a intervenção decisiva do exército cubano, controlara a situação. Nos meses seguintes, iniciou-se uma caça aos rebeldes e aos seus supostos simpatizantes.
Consequências
Prisões e Execuções: Milhares de pessoas foram detidas arbitrariamente, submetidas a tortura e executadas sem julgamento em pelotões de fuzilamento, enquanto outras desapareceram nos chamados “campos de concentração”.
O Silêncio: O episódio tornou-se num dos maiores traumas da história de Angola, tendo o assunto permanecido silenciado durante décadas no discurso político oficial.

