Francisco Tchipilica assumiu o cargo de administrador municipal de Calumbo, em novembro de 2025, gerando debates públicos sobre a governação local e a gestão de infra-estruturas sociais na região do Icolo e Bengo.
POR: DIANTUMWA JOSÉ
Ao ser nomeado para o município Calumbo, antes no Sequele, onde cometeu graves erros de governação segundo fontes ligadas a aquela administração.
Os munícipes do Calumbo estão entregues em maus lençóis, ao lhes ter sido enviado, um administrador irresponsável.
Francisco Chipilica é um jovem que deveria ter mais responsabilidade na gestão dos bens públicos, e evitar problemas com a população do Zango. Em quase toda zona dos Zangos os quarteirões existes estão ocupados três em cada espaço para prática dos desportos, foram vendidos e às transformaram em condomínios.
Desta feita, os populares exigem a sua exoneração urgente. A exoneração não é só para o administrador Francisco Chipilica, deve abranger o Governador Auzilio Jacob, que os tem dado orientações expressas de angariação de fundos para o seu bem pessoal.
“NEGOCIO ESTÁ A RUBRO NO CALUMBO E CAETETE”
” Senhores governantes não podemos sofrer no futuro temos de ter cuidado ao governar, quem sai pobre nesse mundo dos negócios a culpa é dele,” enfatizou o governador durante uma reunião no seu gabinete.
Auzílio de Oliveira Martins Jacob (MPLA) é o governador provincial do Icolo e Bengo, desde dezembro de 2024, nomeado como o primeiro governador desta nova província angolana, criada em setembro de 2024 a partir do desmembramento de Luanda.
Sobre as críticas à sua gestão, há pelo menos duas polémicas recentes:
Acampamento juvenil: o Movimento Social para Mudança no Icolo e Bengo (MSM-IB) acusou-o, há cerca de uma semana, de “esbanjar dinheiros públicos” (O Decreto) na organização do II. Acampamento Provincial da Juventude, num contexto de carência social na província (O Decreto) . O evento reúne cerca de 700 jovens durante uma semana na Funda (Sequele), e os críticos calculam um custo individual de cerca de 84.000 kwanzas por participante ao longo dos sete dias.
Lixo acumulado: a acumulação de lixo em municípios como Calumbo e Sequele já tinha motivado protestos públicos (O Decreto) anteriormente, colocando a sua gestão sob pressão adicional.
Vale notar que Icolo e Bengo é uma província recém-criada (2024), ainda em fase de estruturação institucional — com sete municípios, forte pressão demográfica e questões fundiárias sensíveis (conflitos de terras em municípios com reservas do Estado), o que ajuda a explicar parte das dificuldades administrativas.


