SUAVE ACUSADA DE INTOXICAR MULHERES E CRIANÇAS ANGOLANAS

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A empresa de produção de produtos cosméticos é acusada de produzir bens de consumo corporal que contém elementos tóxicos sobre as pessoas mais afectadas são mulheres e crianças que fraldas e bis solventes para adultas.

POR: DIANTUMWA JOSÉ

A Suave Angola é uma empresa de direito angolano dedicada à produção industrial, embalagem e distribuição de produtos de higiene pessoal, incluindo sabonetes, cremes e fraldas, sediada em Luanda.
Segundo noticiou o lilpastanews as crianças angolanas correm em perigo, a empresa Suave continua a fabricar sabão e fraldas com matéria-prima expirada e sem qualidade desejada no mercado angolano.
O Departamento de Investigação de Ilícitos Penais (DIIP) de Icolo e Bengo desmantelou, na segunda-feira, um armazém da empresa Suave, onde foram apreendidas mais de 219 toneladas de matéria-prima vencida utilizadas na produção de sabão. O mesmo local guardava ainda uma quantidade não quantificada de insumos expirados destinados ao fabrico de fraldas descartáveis.
De acordo com o porta-voz da Polícia em Icolo e Bengo, intendente Euler Matari, a operação começou após a equipa de segurança da empresa comunicar às autoridades o alegado furto de uma porção de granulados por parte de um colega.
Durante o atendimento da ocorrência, os efectivos deslocaram-se ao local indicado para verificar a mercadoria e constataram que o material furtado estava expirado. A verificação do restante stock levou à descoberta das 219 toneladas de granulados fora de validade, usados na produção de sabão, bem como de uma quantidade indeterminada de matéria-prima vencida destinada à produção de fraldas descartáveis.
Segundo fontes ligadas à investigação, as fraldas fabricadas com essa matéria-prima imprópria têm estado associadas a episódios de alergias, irritações cutâneas e outras complicações de saúde em crianças. A alegação é que o uso de componentes degradados e sem condições de segurança expõe os menores a riscos evitáveis.

Na operação, foi detido um cidadão bengalesa, de 33 anos, funcionário da empresa, bem como um segurança angolano, ambos suspeitos do crime de furto. O material apreendido permanece sob custódia das autoridades, enquanto os detidos serão apresentados ao Ministério Público.
Durante a intervenção policial no recinto da SUAVE, uma mulher identificada como Adriana António — apontada como directora da empresa — insurgiu-se contra os efectivos, proferindo insultos e declarações consideradas ameaçadoras. Apesar da conduta, não foi detida no local.
As autoridades alertam que a utilização de matéria-prima vencida na produção de bens de higiene, como sabão e fraldas descartáveis, representa um risco grave para a saúde pública, sobretudo quando há exposição de crianças a produtos impróprios. As investigações prosseguem.
Fonte do Secreto News afirma, ainda, que mesmo após o episódio anterior, a fábrica continua a utilizar produtos vencidos para a produção dos mesmos itens, o que reforça a preocupação com a continuidade da alegada prática e com a necessidade de apuramento mais profundo por parte dos órgãos competentes
As Alegações
Segundo um único site de notícias Suave estaria no centro de um alegado escândalo após denúncias de que os seus produtos — nomeadamente o Sabonete “Absolvente”, um creme e fraldas — estariam a causar reações alérgicas e outros problemas dermatológicos em consumidores.
As denúncias, segundo a fonte, referem que os produtos estariam “cheios de químicos” e que as reações teriam surgido pouco tempo após a aplicação.
A origem da denúncia é atribuída a comentários de um influenciador nas redes sociais, que a situa como tendo começado em dezembro (sem se especificar o ano).
Não há, segundo a própria fonte, confirmação oficial das alegações — apenas relatos que “têm ganhado força nas redes sociais”.
A reportagem terá tentado contactar a responsável da empresa, identificada apenas pelo primeiro nome (“Ana”), sem obter resposta até ao fecho da matéria.
Contexto Relacionado
A mesma fonte publicou, poucos dias antes, um outro artigo alegando que a Suave seria alvo de uma campanha de difamação e chantagem orquestrada por concorrentes do setor de cosméticos, motivada pelo seu crescimento acelerado no mercado. Este segundo artigo sugere que pelo menos parte da controvérsia em torno da empresa pode estar ligada a disputas comerciais, e não apenas a problemas de qualidade dos produtos.
Avaliação Crítica das Fontes
Ambos os artigos usados como base vêm do mesmo site, com o mesmo anúncio publicitário repetido de forma idêntica em ambos os textos — um indício de conteúdo produzido de forma pouco rigorosa ou automatizada.
Não foi encontrada cobertura do caso por veículos de imprensa angolanos de referência (Jornal de Angola, ANGOP, Novo Jornal, entre outros).
Não há registo de comunicado oficial do Ministério da Saúde de Angola, do INADEC (Instituto Nacional de Defesa do Consumidor) ou de qualquer entidade reguladora sobre o assunto.
A empresa Suave Angola não se pronunciou publicamente sobre as alegações, segundo as fontes consultadas.

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