
“NÃO SOMOS PARTIDECOS E O NOSSO OBJECTIVO É CHEGAR AO PODER EM 2027”, AFIRMA JOVETE DOMINGOS, PRESIDENTE DO BLOCO PARA A ALTERNÂNCIA SOCIAL DE TODOS ANGOLANOS (BASTA)
O presidente do BASTA Jovete Domingos, disse em conferência de imprensa ontem, que não recebeu links para a sua legalização do seu partido político, refutando-se, assim, de qualquer corrupção. O político assegurou que o objectivo da sua formação partidária é chegar ao poder em 2027.
Por: Francisco Mapanzu
Jovete Domingos explicou em conferência de imprensa que o principal objectivo da sua formação partidária não é fazer o mesmo que os demais partidos fazem.
“O Governo do MPLA não satisfaz o interesse legitimo do povo angolano, que segundo a Comissão Nacional Eleitoral (CNE), tem vindo a vencer as eleições desde 1992 e o Basta tem duvidas que em 2027 o MPLA volta a vencer as eleições”, assegura.
Segundo líder partidário, o Basta pretende fazer a diferença no mosaico político nacional, evitando desta forma discursos incendiários, de ódio, instabilidade nacional, ignorar insultos nas redes sociais e críticas que desnorteiam o foco desta força.
Durante o encontro com os jornalistas, Jovete Domingos entende que chegou a hora do povo angolano dizer um basta a este sofrimento, sublinhando que os angolanos devem depositar confiança no Partido Basta, que é liderado por um jovem.
“Tenho 37 anos e conheço a realidade angolana, sobretudo as questões que mais preocupam os cidadãos nacionais em diversos sectores, fazendo menção as grandes dificuldades na Educação e na Saúde”, defendeu.
Interrogado sobre as suas linhas mestras para concretizar o sonho de chegar ao poder, Jovete Domingos, que disse estar pronto para grandes desafios, recusou-se revelar as estratégias que serão usadas para a possível alternância no próximo ano, justificando ser um segredo guardado a sete chaves.
No encontro com vários órgãos de comunicação, o líder recusou a apresentar as principais linhas mestrias para próximo pleito eleitoral, alegando que o segredo é a lama de negócio.
“Não podemos ainda revelar o nosso programa de acção para as eleições de 2027 e corremos o risco de roubarem ou copiar as nossas linhas de força”, assegura.
