O Presidente norte-americano, Donald Trump, impôs na terça-feira restrições parciais a cidadãos de mais 15 países, incluindo Angola, além de aumentar a lista de países sujeitos a uma proibição total de viagens.
Numa ordem executiva, Trump justificou a medida com base em motivos de segurança nacional e ordenou a proibição total de entrada nos Estados Unidos para cidadãos do Burkina Faso, Laos, Mali, Níger, Serra Leoa, Sudão do Sul e Síria.
A administração Trump já tinha negado vistos a autoridades palestinianas que estavam programadas para participar na Assembleia Geral da ONU em setembro.
O Presidente impôs ainda restrições parciais a cidadãos de outros 15 países: Angola, Antígua e Barbuda, Benim, Costa do Marfim, Dominica, Gabão, Gâmbia, Malawi, Mauritânia, Nigéria, Senegal, Tanzânia, Tonga, Zâmbia e Zimbabué.
Em junho, Trump já tinha emitido uma proibição total de entrada a cidadãos de 12 países que se mantêm na lista: Afeganistão, Myanmar, Chade, República do Congo, Guiné Equatorial, Eritreia, Haiti, Irão, Líbia, Somália, Sudão e Iémen.
As restrições parciais anteriormente impostas ao Burundi, Cuba, Togo e Venezuela também se mantêm em vigor.
Com esta expansão, um total de 19 países estão sujeitos a uma proibição total de viagens aos Estados Unidos, para além da Autoridade Nacional Palestiniana, enquanto outros 19 enfrentam restrições parciais.
O suspeito de disparar contra a Guarda Nacional, Rahmanullah Lakanwal, um afegão de 29 anos que chegou aos Estados Unidos como asilado em 2021, depois de cooperar com a CIA no Afeganistão, declarou-se inocente das acusações.

