É vergonhoso saber, que um simples congresso seja alvo de lowfere, e sobretudo acompanhar de perto a sua judicialização. Enfim, chegou-se ao pior quadro possível.
O MPLA já era, como aceitar que o presidente cessante do MPLA, use toda máquina do aparelho do estado, só para perseguir o seu maior e mais direto adversário político. O homem esta a a utilizar até mesmo a corte maior do país para impor medo ao seu adversário, não escapou sequer a utilização da PGR, procuradoria geral da republica, sem pestanejar, apressou-se em apresentar o seu cartão de visitas.
Acusações estapafurdias foram apresentadas contra Higino Carneiro, favorecendo claramente o presidente cessante João Lourenço.
A democracia interna no MPLA é uma mentira mal encenada, pir isso não prevalecerá.
Políticos da cúpula do MPLA da alta confiança e, colocados pelo atual líder em lugares cimeiros,, começaram passaram a nutrir ódios disfuncionais pelos camaradas, que no partido são adversos a linha política populista defendida pelo lpresidente JoãoLourenço.. Muitos deles, já não disfarçam tal sentimento, e de tanto odiar, acabam por desempenhar campanhas direcionadas a perseguir e de assassinato de carácter de camaradas, que deram e continuam a dar tudo que de melhor possuem, para colocar e manter o MPLA no poder.
Esses tipos de militantes, não se aperceberam ainda do tamanho de crise interna que ajudaram a construir no seio do partido.
O ambiente ruinoso que reina no seio do MPLA, raramente fissuras viso eis a olho nu, poucos são os que ainda acreditam e confiam na eventual capacidade do seu presidente para unificar o partido.
Por sua vez, o presidente João Lourenço, confirma-se como autor da divisão do partido, usando os poderes da república, que era suposto serem independentes, para perseguir, impor o medo para neutralizar os putativos candidatos a presidência do partido com a prática de Lowfere.
Desse modo, João Lourenço, pensa manter-se na presidência do MPLA, segundo ele, essa situação ajudam a mantê-lo no poder central da república de Angola.
A perceção confusa da ala Lourencista, criada pela efusão do ódio, ofusca-os, e faz com que não se apercebam do perigoso lodaçal em que negligentemente enterram o partido e com ele o sonho da democratização interna do partido.
Essa situação tem provocado um elevado índice de estresse traumático aos membros do baixo clero da cúpula do MPLA, que afeta igualmente a militância popular, que ainda se reveem no partido. De tão aflitivo ser o quadro de estresse, o MPLA vive momentos tortuosos de depuração de militantes, amigos e simpatizantes generalizada.
A capacidade de discernimento dos caçadores dos camaradas opositores é desestabilizadora, que acusam militantes da do MPLA como sendo militantes da UNITA.
A confusão instalou-se no Kremlin, o terror é avassalador.
A casta de endeusados caçadores de opositores da linha de pensamento político do presidente João Lourenço, acabam igualmente fazer vítimas a militância popular.
Penosamente, a esquizofrenia tomou conta da sua lucidez, o efeito psicológico aglutinou-se e atingiu fortemente lá consciência da nossa angolanidade.
Por incrível que possa parecer, militantes do MPLA bem conhecidos afirmam que, a confusão e o medo são de tal maneira forte, só visto em 1974/75/1977.
Camaradas há, que, afirmaram ouvir o galo negro cantar no interior das suas mentes criminosas.
Porém, o grande adversário dessa vez não é a UNITA, a guerra desta vez será entre o MPLA contra MPLA.
Depois, quando chegar 2027, nessa altura acreditem, a luta será entre o MPLA fininho e magrinho contra todo povo angolano.
Essa é a prova de que o presidente cessante do MPLA, não é a solução para a necessária democratização do partido.
Ele só sabe tencionar o país todo, ele representa o derrube completo do sonho da democracia e a destruição da nossa angolanidade.
A cada dia que passa o país se aproxima de 2027, o ano da última ceia, ou seja, o ano do último combate entre os angolanos e o maldoso MPLA.
Existe na política um cliché que diz, na política não há vácuo.
Isso significa, que um presidente sem carisma e incompetente, não pôde jamais ser substituído por outro paquiderme igual ou pior do que esta de saída.
João Lourenço, não passa de um viajante, que transita em viagens dentro e fora do país, em múltiplas viagens faraónicas, estupidamente inexplicáveis do ponto de vista financeiro, onde as viagens de diversão turística inexplicáveis, arrogância e incompetência se completam.
Esse tipo de atitude e modo de estar na política é próprio de uma pessoa idiota útil, um despreparado para colocar voluntariamente a sua angolanidade ao serviço do soberano
Os sucessivos programas de governos do MPLA, em especial os an9s da presidência do camarada João Lourenço, foram sempre inconsistentes, ou seja, foram e são impróprio para consumo nas d3m9cracias representativas.
Não pensem jamais, que o presidente João Lourenço atingiu o pico mais alto de seus falsetes, mentiras e dramas enganadores, se assim. Pensam, estão enganados.
Pois, cada vez que se pensar, que sua avidez pelo poder atingiu o máximo, n9vamente desenganem-se, pois ele esta muito mais próximo de atingir o multiverso ascendente, de uma qualquer outra explosiva matreirice.
O grande problema em Angola, é que o presidente cessante do MPLA, não introduziu ate a data nenhuma mudança de estilo governativo inovador.
Os paradigmas pioram cada vez mais a cada dia. Mas a ruindade dos governos de João Lourenço, enquanto presidente da república atingiram picos jamais vistos desde 1975, ano da independência de Angola.
O MPLA está de rastos. Aliás, o MPLA bateu com os costados no fundo do posso.
Faz-se por isso, ser necessário refundar o MPLA, é preciso mudar ou alterar o visual que o MPLA ostenta.
É preciso retirar o partido das mãos falhas de João Lourenço, e entregá-lo a militância, para que ela decida entregar as rédeas a quem merece comandar o partido nos próximos 5 anos.
Não se deve aceitar que a militância seja convertida em definitivo como gado, como se todos militantes fossem vira-latas.
Inequivocamente, se pôde considerar sem medo de errar, João Lourenço é simbolicamente o Pinóquio da política angolana.
Os graus de efetividade das mentiras do presidente do MPLA são demolidoras, a sua credibilidade atingiu o zero.
Não é mais aceitável assistir o país afundar no mar ruinoso dos céticos, sobretudo vê-lo ser administrador por decretos e por discursos produzidos por dirigentes maniqueístas.
Não se pôde aceitar que a maioria do povo letrado, sejam considerados transmissores de ideias extraídas de pensamentos distópicos, onde a tortura psicológica e física quântica sejam o condão orientador da antidemocrática.
Afinal, quais são as bandeiras defendidas pelo presidente João Lourenço para o futuro? Alguém as conhece?
Mergulhando mais fundo, na arena dos gladiadores e mercadores, aonde o resultado surgisse positivo, e trouxesse no presente resultados consolidados para o futuro, que programaticamente seja coerentemente avaliada. Nenhum nê!
Se conselhos fossem bons não se dava, vendiam-se, ainda assim, e para terminar, lá vai um conselho: nenhum candidato para ser viável pôde de maneira alguma ter o enorme déficit de seriedade e de credibilidade idêntico ao que ostenta o presidente João Lourenço.
Estamos juntos
Por: Raúl Diniz

