JORNALISTA ELSA CASSUECA E O “REERGUER DE ANGOLA E O REENCONTRAR ÁFICA”

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A jovem jornalista Elsa Cassueca, está de parabéns ao demostrar maturidades intelectual e enxergou um olhar diferente do mundo jornalístico que a rodeia. Surgiu um olhar nacionalista no âmbito dos 50 Anos de Angola, na Tribuna Africana com o titulo “Reerguer Angola e Reencontrar África”.
Homenagem aos Feitos do Presidente João Lourenço Ao celebrar cinquenta anos de Independência Nacional, Angola reafirma-se como uma nação soberana, resiliente e comprometida com o futuro de África. Meio século depois da proclamação da Independência, o país volta a ocupar um lugar de destaque na tribuna africana, não apenas pela sua história de luta e resistência, mas também pela sua crescente influência diplomática, económica e política no continente.

Neste percurso de renovação nacional e afirmação internacional, merece particular destaque a liderança do Presidente da República de Angola, João Lourenço, cuja visão estratégica tem contribuído para o reposicionamento de Angola no contexto africano e mundial.
Sob a sua liderança, Angola consolidou o seu papel como um actor relevante na promoção da paz e da estabilidade regional, assumindo responsabilidades de mediação em vários conflitos no continente, com especial incidência nos esforços para a pacificação da região dos Grandes Lagos e na busca de soluções africanas para os problemas africanos.
A presidência angolana da União Africana representou um marco histórico para o país, reforçando a sua capacidade de influência nos grandes debates sobre integração continental, segurança, desenvolvimento sustentável, industrialização e mobilidade dos povos africanos.
No plano interno, os últimos anos foram marcados por importantes reformas estruturais destinadas a fortalecer as instituições do Estado, melhorar a transparência na gestão pública, diversificar a economia e atrair investimento estrangeiro. A aposta na agricultura, na energia, nas infra-estruturas, na modernização dos transportes e na capacitação da juventude constitui um legado que procura lançar as bases para uma Angola mais competitiva e inclusiva.
Entre os ganhos mais visíveis destacam-se:
* A recuperação da credibilidade internacional de Angola;
* O fortalecimento da diplomacia angolana em África e no mundo;
* O aumento do investimento em infra-estruturas estratégicas;
* A expansão dos projectos energéticos e de electrificação;
* A aposta na segurança alimentar e na produção agrícola;
* O reforço do combate à corrupção e da cultura de prestação de contas;
* A promoção da paz e da estabilidade regional.
Hoje, quando Angola celebra cinquenta anos de história independente, o país reencontra-se com a sua vocação africana. Uma vocação construída pelos fundadores da Nação e projectada para o futuro por uma nova geração de líderes comprometidos com o desenvolvimento do continente.
Reerguer Angola e reencontrar África não é apenas um lema. É a expressão de uma visão que procura transformar desafios em oportunidades, consolidar a unidade nacional e contribuir para uma África mais forte, mais integrada e mais próspera.
Que os cinquenta anos da Independência sejam também um momento de reflexão sobre o caminho percorrido e de renovação da esperança num futuro de progresso, dignidade e prosperidade para todos os angolanos.
Angola ergue-se. África reconhece-a. O futuro convoca-a.

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