O número contabilizado de mortos durante os ataques de forças norte-americanas à Venezuela dobrou de ontem para hoje, chegando a 80 pessoas, segundo apuração do jornal norte-americano The New York Times.
Presidente dos EUA, Donald Trump, disse ontem que “muitos cubanos morreram”, sem informar um número. “Sabe, muitos cubanos perderam a vida ontem à noite. Você sabia disso?”, disse Trump em entrevista ao New York Post. Ele também afirmou que nenhum militar americano morreu durante a ação.
Mais cedo, o ministro da Defesa venezuelano afirmou que grande parte da equipe de segurança de Nicolás Maduro foi morta no ataque dos EUA que levou à captura do venezuelano ontem. O general Vladimir Padrino falou sobre as supostas mortes em uma declaração pela televisão hoje, mas não deu o número exato de assassinados na ação.
“Sequestro covarde [de Maduro] aconteceu depois de assassinar a sangue frio grande parte de sua equipe de segurança”, afirmou o ministro. Padrino está no cargo desde 2014 e é um militar do alto escalão venezuelano.
Detonações e sobrevoo de aviões foram ouvidos na capital Caracas nas primeiras horas de ontem. Maduro e a esposa, Cilia Flores, foram detidos durante a madrugada em “questão de segundos” e não tiveram tempo de reagir, disse Donald Trump.
Maduro e a esposa chegaram a Nova York na noite de ontem após serem capturados em solo venezuelano pelos EUA. Eles chegaram de avião no Aeroporto Internacional Stewart de Nova York.
Pouco depois do ataque, Trump havia dito que poucos norte-americanos ficaram feridos e nenhum deles morreu. Afirmou ainda que integrantes das forças nort

