Os movimentos de sociedade civil de Cafunfo na Lunda-Norte, comunicaram ao povo angolano no geral, sobre o cancelamento da sua actividade de manifestação supostamente pacifica que estava prevista para o dia de hoje, foi adiada sem data, depois de fortes negociações com as autoridades locais.
De acordo com a nota que o jornal Visão teve acesso, os cidadãos reunidos nas tais organizações informam ao publico no geral que, os movimentos angolanos de vários extratos sociais, homens e mulheres, activistas e defensores dos direitos humanos de Cafunfo, Cassanje-Calucala e Luremo, residente no município de Cafunfo, esclarecem que a manifestação pacífica e ordeira que estava prevista para hoje dia 29 de Agosto a de 2026, foi cancelada.
MOTIVOS DO CANCELAMENTO
O documento esclatece que devido da abertura do diálogo difundido pelo administrador Municipal de Cafunfo, senhor Bonege Calala, acompanhado pela admistradora Municipal de Luremo, Victória Diones, decidiram dar uma oportunidade ao diálogo, para que as reivindicações sobre as constantes mortes, tortura, espancamento e a retirada imediata da suposta segurança Kadyapemba (Diabo ou Capacete) sejam atendidas e resolvidas e sem colocar ninguém em risco, por um lado.
E por outro, para que se encontra um diálogo fraterno, contou com a participação de vários membros da sociedade civil e dos direitos humanos, a direcção da Sociedade Mineira do Cuango (SMC), representantes do Ministro Público (PGR), comandante municipal da 6ª Unidade de Guarda Fronteira (PGF), órgãos do MININT dos municípios de Cafunfo, Luremo e de Cassanje-Calucala, e encontros teve os seguintes objectivos;
O primeiro ponto defendido pelos membros da sociedade civil e dos direitos humanos, em Cafunfo, é a exigência da retirada imediata da segurança “Kadyapemba” e a responsabilidade civil e criminal contra a envolvidos pelos assassinatos de cidadãos.
Realçar os integrantes da comitiva dos insurgentes solicitaram o bom censo e o fim das mortes dos cidadãos pela segurança “Kadyapemba”, esclareceu.
No terceiro ponto os participantes exigiram integralmente o apoio as famílias das vítimas.
A nota informa que a direção da empresa Sociedade Mineira do Cuango (SMC), assumiu abertamente o compromisso de curto prazo de rescindir o contrato com a empresa Kadyapemba.
O último ponto da agenda, a empresa “Kadyapemba” assumiu efectivamente de rever os procedimentos operacionais de reforçar a formação dos efectivos no pleno respeito dos direitos humanos.
SEGUINDO A CÓPIA DA ACTA EM ANEXO.
A NOSSA LUTA CONTÍNUA!
Para eles, cancelar manifestação de hoje não significa desistir, significa lutar de forma inteligente. “Estamos a acompanhar de perto os compromissos assumidos, e, se nada for feito até a data do passado 27 de Agosto de 2027, voltaremos a nos reunir para definir os próximos passos,” termina a nota.

